Oeste baiano amplia participação no Conselho do Mosaico do Jalapão
Formosa do Rio Preto, Santa Rita e Mansidão fortalecem sua participação na conservação do Cerrado brasileiro

Por Revista Formosa
O oeste da Bahia ampliou sua participação nas estratégias de conservação do Cerrado com a integração da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Preto e da Estação Ecológica do Rio Preto ao Conselho do Mosaico do Jalapão.
A posse dos novos integrantes ocorreu na última semana, durante encontro realizado em Mateiros (TO), que reuniu representantes de unidades de conservação, órgãos públicos, organizações da sociedade civil e demais instituições ligadas à gestão ambiental.
A APA do Rio Preto é atualmente gerida por Iedo Vitor, responsável pela representação da unidade neste novo espaço de articulação ambiental.
O Mosaico do Jalapão reúne áreas protegidas da Bahia, Tocantins, Piauí e Maranhão, formando a maior área contínua de Cerrado protegida por lei no Brasil.
Com aproximadamente 3 milhões de hectares, o território integra unidades de conservação, instituições públicas, pesquisadores, organizações sociais e comunidades locais na construção de ações voltadas à preservação da biodiversidade e ao desenvolvimento sustentável.
Com a entrada das unidades do Rio Preto, os municípios de Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia e Mansidão passam a ter maior representatividade em um espaço estratégico de diálogo e cooperação ambiental, fortalecendo iniciativas como o manejo integrado do fogo, a proteção dos recursos naturais e a valorização das comunidades tradicionais.
Considerado uma das mais importantes iniciativas de conservação ambiental do país, o Mosaico do Jalapão desempenha papel fundamental na proteção de nascentes, rios, veredas e paisagens que tornam o Cerrado essencial para a segurança hídrica e a manutenção da biodiversidade brasileira.
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