Dedos arrancados da vítima foram usados para liberar saques de R$ 18 mil após assassinato de professora em Santa Rita de Cássia

Por Revista Formosa
As investigações sobre a morte da professora aposentada Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, revelaram detalhes considerados de extrema crueldade pela Polícia Civil.
Conforme o inquérito, criminosos arrancaram dedos da vítima para desbloquear transações bancárias por meio da biometria.
Após a prisão dos suspeitos, a Justiça autorizou a quebra do sigilo bancário da professora. A análise das movimentações identificou quatro saques, que juntos somaram R$ 18 mil, efetuados depois do crime.
Segundo o delegado Leandro Mendes Júnior, Cristiano Machado de Oliveira, apontado como um dos quatro presos na investigação, teria utilizado os dedos da vítima para realizar três retiradas em uma agência do Banco do Brasil, no município de Serrinha.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, uma quarta tentativa de saque não foi concluída porque os dedos já apresentavam avançado estado de decomposição, o que impossibilitou a autenticação biométrica.
Inicialmente tratado como um caso de latrocínio (roubo seguido de morte), o inquérito passou a apontar uma possível participação de pessoas do convívio da professora.
Entre os investigados e presos estão a afilhada da vítima e outros familiares, que agora respondem às acusações enquanto a investigação segue em andamento.

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