Copa do Mundo terá ausência inédita de técnicos brasileiros pela primeira vez na história

Por Revista Formosa
Pela primeira vez na história, a Copa do Mundo será disputada sem a presença de técnicos brasileiros à beira do campo.
Embora a seleção do Brasil esteja classificada, nenhum treinador do país estará no comando de equipes no torneio.
A ausência foi confirmada após a eliminação da Albânia na repescagem europeia. A equipe, dirigida por Sylvinho, foi superada pela Polônia, em Varsóvia, e ficou fora da competição.
Nem mesmo a ampliação do Mundial — que agora conta com 48 seleções — foi suficiente para manter a tradição.
Pela primeira vez, inclusive, a seleção brasileira será comandada por um estrangeiro, o italiano Carlo Ancelotti.
Desde a primeira edição da Copa, em 1930, o Brasil sempre teve representantes entre os treinadores.
Na ocasião, a equipe foi dirigida por Píndaro de Carvalho Rodrigues. Ao longo das décadas, técnicos brasileiros também ganharam espaço em outras seleções.
Em 1966, por exemplo, dois brasileiros estiveram no torneio: Vicente Feola, no comando do Brasil, e Otto Glória, que levou Portugal ao terceiro lugar — a melhor campanha da história portuguesa.
Outros nomes reforçaram essa presença internacional, como Didi (Peru, 1970), Alexandre Guimarães (Costa Rica, 2002 e 2006), René Simões (Jamaica, 1998) e Paulo César Carpegiani (Paraguai, 1998). Também se destacaram Zico, Marcos Paquetá e Luiz Felipe Scolari, que comandou Portugal em 2006.
O recordista de participações é Carlos Alberto Parreira, presente em seis edições do Mundial, dirigindo seleções como Brasil, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e África do Sul.
A ausência inédita marca uma quebra simbólica na tradição do futebol brasileiro, historicamente reconhecido pelos jogadores e pela influência de seus treinadores no cenário internacional.
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